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11/10/2023
APEGAC EM TERRAS DE VERA CRUZ

APEGAC EM TERRAS DE VERA CRUZ

O presidente da direção da APEGAC esteve no Brasil, como palestrante num congresso da AACEP – Associação das Administradoras de Condomínios do Estado do Paraná, em Curitiva; também como palestrante numa conferência promovida pelo Síndicos Planning, em Blumenau, estado de Santa Catarina e numa reunião com a AABIC – Associação das Administradoras de Bens Imóveis e Condomínios de São Paulo, nesta cidade. 

Nas suas palestras, Vitor Amaral apresentou a APEGAC e falou sobre a atividade profissional de administração de condomínios em Portugal, tendo também abordado as diferenças existentes nos dois países quanto ao regime da propriedade horizontal.

Nos dois eventos mais de quatrocentas empresas ligadas ao setor condominial no Brasil ficaram a conhecer a APEGAC e o trabalho que tem vindo a desenvolver, sendo já uma referência naquele país.

Serão agora celebradas parcerias com a AACEP e com a AABIC, que se juntam à parceria com o SECOVI RIO e com o SÍNDICOS PLANNING, sendo esta uma empresa que tem vindo a fazer nos últimos anos um brilhante trabalho junto dos síndicos brasileiros.

Durante a sua estadia em Blumenau, Vitor Amaral foi ainda recebido na Prefeitura (Câmara Municipal) daquela cidade e foi acolhido pela AMPE - Associação de Micro e Pequenas empresas de Blumenau, que criou o Núcleo Condominial em parceria com o Síndicos Planning.

A realidade dos dois países neste setor é muito semelhante, acentuando-se a maior diferença no facto de os condomínios no Brasil terem vários órgãos: assembleia de condóminos, síndico, administrador e conselho fiscal, ao contrário de Portugal que tem apenas dois órgãos (assembleia e administrador). O síndico é quem representa o condomínio e contrata a administradora, especialmente para tratar da parte administrativa e contabilística do condomínio, sendo esta mais complexa do que no nosso país, tendo em conta que é o administrador do condomínio quem retém o dinheiro dos impostos da faturação e os reporta ao fisco brasileiro.

Apesar destas diferenças, os problemas são muito comuns: falta de regulação da atividade, setor pouco valorizado, dificuldade de contratação de pessoal especializado nesta área, dificuldade de contratação de serviços a prestar nos condomínios, conflitualidade, problemas de cobrança, falta de curso médio ou superior de administração de condomínios, entre outros.

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